Foto: José Brilhante
Ao longe se ouve, exatamente ao cair da noite ou ao amanhecer do dia, como um galo com hora marcada.
O tremor dos decibéis anuncia seu nascimento diário. É uma voz estridente, não necessariamente de grandes locutores, mas com os mesmos objetivos.
Um fenômeno se nota! Adentra as residências do bairro a que pertence. Invade sem permissão, como um larápio aproveitando as oportunidades que aparecem. É uma prática ainda exercida em Parintins, onde a tecnologia e a internet dominam, como qualquer outra cidade do século XXI.
E ai de quem disser ao contrario! Terá tantos argumentos de quem ainda os utiliza que talvez quem ousa questionar sua utilidade será convencido do contrário.
Seus objetivos são distintos. Assim esbravejando suas cordas vocais mecânicas a promoção do mercadinho, do peixeiro e até do açougueiro que quer faturar algum à mais no dia.
Sua importância é notória para os que ainda vivem na pureza parintinense do século passado e isso talvez nunca mude, porque, existem coisas que nunca se permitirão ser erradicado. E uma delas é a BOCA DE FERRO!
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